terça-feira, 24 de novembro de 2015

Saúde e violência contra mulher são assuntos em painel

Foto: Sarah Menezes

Depois de uma palestra da pesquisadora Ana Flávia D'Oliveira sobre a Violência Contra a Mulher na Perspectiva da Saúde, foi a vez de outras quatro mulheres falarem sobre saúde e violência contra a mulher. O painel aconteceu no bloco bege da Universidade Positivo e teve como moderadora a Coordenadora da Casa da Mulher Brasileira de Curitiba Luci Belão.
Foto: Sarah Menezes

Tereza Kindra foi a primeira a falar. Enfermeira e Diretora Executiva da Maternidade do Bairro Novo de Curitiba, Kindra abordou a violência obstétrica, e enfatizou que um dos modos de prevenir é orientando mulheres e sensibilizando os médicos. A enfermeira ainda falou sobre o projeto Rede Cegonha implantado na Maternidade Bairro Novo, que volta suas atividades para o Parto Humanizado, informando mulheres grávidas por meio de atividades e vínculo com enfermeiras.
Foto: Sarah Menezes

Em seguida foi a vez da Dra. Maria Letícia Fagundes, médica ginecologista perita do Instituto Médico Legal (IML), que falou sobre o Projeto Atenção à Mulher em Situação de Violência. A médica mostrou dados do programa, entre eles, o alto número de atendimento à violência sexual no IML. Ela apresentou a ong Mais Maria, em que atua com proposta informativa, além de acolher vítimas de violência.
Foto: Sarah Menezes

A professora Rosangela Lopes Camargo, do curso de Psicologia da UP, apresentou uma parceria entre os cursos de Psicologia e Direto. A psicologia jurídica é voltada ao divórcio, que muitas vezes acaba sendo um processo violento. O projeto é voltado à conscientização no fim da união conjugal, e trabalha com o direito dos pais e filhos, além de oferecer psicoterapia a mulheres que sofrem algum tipo de violência durante esse processo.
Foto: Sarah Menezes

Quem encerrou o painel foi Xênia de Mello, advogada e integrante do Movimento Bem Nascer Curitiba. Xênia falou sobre o movimento, que tem como pauta a defesa do nascimento humanizado e a prevenção da violência obstétrica. Ainda foi falado sobre a facilidade em ter acesso a dados do SUS, enquanto nos atendimentos privados esse acesso é mais complicado. A professora de jornalismo da UP, Rosiane de Freitas, foi citada por conta do site Nascer Bem, que mostra qual tipo de parto é mais comum na prática de médicos obstetras em Curitiba.
Foto: Sarah Menezes


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