domingo, 22 de novembro de 2015

Maria da Penha abre 1ª Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência




Fruto de parceria entre Prefeitura de Curitiba, Universidade Positivo e Universidade Federal do Paraná, evento acontece de 23 a 25 de novembro

A farmacêutica e bioquímica cearense Maria da Penha Maia Fernandes desembarca em Curitiba para a abertura da 1ª Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência, na próxima segunda-feira, 23. Símbolo da luta contra a violência sofrida pelas mulheres no Brasil, Maria da Penha viaja o país contando a sua história e incentivando o fim dessa violência.

Ela se tornou um ícone dessa causa depois de sofrer duas tentativas de homicídio por seu marido, que a deixaram paraplégica. Ela é autora do livro “Sobrevivi... Posso Contar”, que serviu como denúncia para a violência doméstica contra as mulheres no Brasil. Devido à sua história e à sua luta contra a violência contra a mulher, a Lei Federal 11340 foi aprovada e carrega o nome dela como símbolo. A Lei Maria da Penha, juntamente com o Instituto Maria da Penha, é um dos instrumentos para que a violência contra a mulher acabe - luta que ganhou âmbito nacional e repercussão internacional.



Promovida pela Universidade Positivo, Universidade Federal do Paraná e Prefeitura de Curitiba, a 1ª Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência acontece entre os dias 23 e 25 de novembro. A abertura do evento acontece às 19h, com apresentação cultural de quinteto de violinos e o hino nacional, seguido da apresentação da “Carta de Curitiba”, pela secretária municipal da Mulher e presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Curitiba, Roseli Isidoro, e palestra de Maria da Penha.

Com palestras, workshops, painéis, oficinas e mesas-redondas, o evento integra o calendário da mobilização mundial dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. No mundo inteiro, as atividades de sensibilização e de conscientização a respeito do tema acontecem do dia 25 de novembro, que é o Dia Internacional da Não-Violência às Mulheres, até o dia 10 de dezembro, data-símbolo da luta em favor dos Direitos Humanos. No Brasil, devido à dupla discriminação sofrida pelas mulheres negras, os “dias de ativismo” se iniciam em 20 de novembro, que é o Dia Nacional da Consciência Negra. Mais informações no site http://www.up.edu.br/i-jornada-nacional-mulher-viver-sem-violencia.



SERVIÇO
Evento: Palestra de Abertura da 1ª Jornada Nacional Mulher Viver Sem Violência – Maria da Penha Maia Fernandes
Data: 23/11/2015, das 19h às 21h30
Local: Estação Convention Center - Av. Sete de Setembro, 2775
Informações: http://www.up.edu.br/i-jornada-nacional-mulher-viver-sem-violencia


(Texto produzido por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Positivo: Sarah Graçano, Paulinne Giffhorn e Georgia Prestes - sob coordenação da professora Ana Paula Mira e assessoria de imprensa da Universidade Positivo – Central Press)


Sobre a Universidade Positivo
A Universidade Positivo (UP) concentra, na Educação Superior, a experiência educacional de mais de quatro décadas do Grupo Positivo. A instituição teve origem em 1988 com as Faculdades Positivo, que, dez anos depois, foram transformadas no Centro Universitário Positivo (UnicenP). Em 2008, foi autorizada pelo Ministério da Educação a ser transformada em Universidade. Atualmente, oferece 54 cursos de Graduação (30 cursos de Bacharelado e Licenciatura e 24 Cursos Superiores de Tecnologia), três programas de Doutorado, quatro programas de Mestrado, centenas de programas de Especialização e MBA e dezenas de programas de Extensão. Em Curitiba, a UP conta com três campus: Ecoville, que ocupa uma área de 424,8 mil metros quadrados, Praça Osório, no centro da cidade, e Mercês - Catarina Labouré, este último dedicado ao curso de Enfermagem. Lançou, em 2013, seu programa de Educação à Distância, com dezenas de polos em todo o país. Segundo as avaliações do Ministério da Educação, é considerada uma das dez melhores universidades privadas do Brasil.





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